quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Sobre fuinhas e suricatos


Suricato - Fonte: internet

Suricato - Fonte: internet

Fuinha - Fonte: internet

Fuinha - Fonte: internet

Eu e uma grande amiga estávamos conversando hoje sobre fuinhas e suricatos. Bichos fofíssimos, mas que infelizmente não se vendem em pet shops.

Eu prefiro as fuinhas, porque acho que muita gente tem cara de fuinha e gosto de pensar na semelhança entre o reino animal e humano, já minha amiga gosta dos suricatos, não menos fofos,
simpáticos e engraçados.

O nosso papo rendeu uma troca de fuinhas e suricatos pela internet e também uma ideia incrível para uma tarde de quinta-feira: a de que deveria existir um dia, celebrado anualmente, para comemorar o dia das fuinhas e suricatos.

Haja criatividade!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Onde foi parar a liberdade que nunca existiu



A jornalista Salete Lemos foi demitida por justa causa, em julho de 2007, depois de fazer este comentário no jornal da TV Cultura. E tem gente que ainda diz que a imprensa no Brasil é livre de opinião e liberdade. Acredite quem quiser.

Estamos assistindo à desmoralização do escândalo


Arnaldo Jabor

Antigamente o corrupto se esgueirava pelos cantos, com vergonha da própria sombra. Só havia corrupção ativa e passiva, mas agora inventaram um novo tipo: a corrupção festiva. Hoje, eles cantam, se abraçam, se elegem, reelegem e comemoram. Oue está acontecendo diante de nossos olhos é um fato novo: o desrespeito não é nem com a verdade, mas com a mentira. Estamos assistindo à desmoralização do escândalo.

O discurso do Arruda é um momento importante na história do país. Ele diz: “Toda crise passa, o que diferencia é como cada pessoa escolhe para atravessá-la”. Ele escolheu o cinismo absoluto. E esta dando certo: elegeu presidente um deputado amigo, autor de um famoso projeto criando banheiros para homossexuais nos shoppings de Brasília.

Arruda também é um importante jurista. Está reformando o código penal. Ele decretou: “as provas não provam mais nada”. Qualquer desculpa serve: “eu pus a grana nas meias porque tenho frieira e dizem que dinheiro cura tudo”.

Arruda fez cara séria e citou São Paulo: “Combati o bom combate. Terminei meus dias e não perdi a fé”. E, como ele citou São Paulo, podemos citar Jesus Cristo quando expulsou os vendilhões do templo: “A minha casa é uma casa de oração, mas vós a convertestes em um covil de ladrões”. Foi Cristo que disse.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Os Sete Pecados Capitais. Escolha o seu.


Imagens: Internet. Colagem: Amanda Barreto

Gostaria de entender por que os sete pecados capitais fazem parte do imaginário de muita gente. Na verdade, eu os adoro, sempre que posso, faço uma contagem mental de todos os defeitos mais comuns de nós seres humanos, afinal somos gulosos, avarentos, invejosos, nervosos, soberbos, preguiçosos e até nos apegamos aos prazeres sexuais da carne.
Claro que a lista das desvirtudes humanas foi inventada pela maior arrecadora de doações da história, a Igreja Católica. Há quem diga que foi o papa Gregório Magno, inspirado nas Epístolas de São Pedro, que definiu ainda no século VI, ou seja 500 anos depois de Cristo, os sete vícios mais comuns da conduta humana.
Tomado por um sentimento de reprodução, a sociedade passou a escrever sobre os Sete Pecados Capitais, fazer filmes, lançar músicas ao redor do mundo, enfim, divulgar as nossas fraquezas. Deixaram os nossos defeitos assim, claros e evidentes para todos. Parece que a partir deste ponto, todos foram vistos como iguais. Contudo, os mais puritanos, que combinam com os dogmas católicos, preferem ignorá-los, dizer que não fazem parte do seu mundo, mas cá para nós, quem nunca se viu possuído por um destes pecados que atire a primeira pedra. Eu assumo, já fui contaminada por alguns dos itens da lista mais intrigante e reproduzida das conversas populares.
Para tentar diminuir os estragos dos pecados que já eram óbvios demais, foi elaborado uma lista, mas desta vez com as virtudes que os homens deveriam alcançar na terra: humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança. Porém, apesar das boas intenções, os pecados, neste caso, venceram as boas intenções e o mito continua até hoje...

Explicações dos pecados:

1) Gula - (adoro este) comer mais que o necessário. Na época do self service, rodízios, e dos pratos montados pelas franquias dos restaurantes de shoppings, não ao gosto do cliente, mas ao bolso do cliente, fica difícil resistir a tentação.
2) Avareza - cobiça de bens materiais e dinheiro. No capitalismo que te coloca em xeque-mate para ser bem sucedido, ter o melhor carro, a esposa mais bonita, a escola mais cara para os filhos, as melhores roupas, perfumes, fica difícil acreditar em uma sociedade que não seja avarenta e invejosa. Outro exemplo, são dos políticos que escondem dinheiro na meia e cueca e viva a democracia!
3) Inveja - desejar o que o outro tem. Este pecado caminha com o defeito da avareza. Mas quem nunca pegou um ônibus cheio ao meio-dia e desejou ardentemente estar dentro daquela Mercedez que para ao lado com ar condicionado?
4) Ira - destemperança, raiva, ódio, rancor e impulsos incontroláveis. Basta uma fechada de outro motorista no trânsito ou um elogio negativo a sua aparência que o pecado já pula aos olhos do receptor da mensagem.
5) Soberba - falta de humildade e quem se acha auto-suficiente. Festa de rico está cheia de gente soberba. Menos mal, vou pouco a estas festas de gastança inútil.
6) Lúxuria - apego aos prazer carnais. Vou dar só um exemplo: o da publicidade que está poluída dos prazeres da carne e dos corpos esculpidos em mármore de carrara.
7) Preguiça - como sigo a filosofia do Garfield, adoro desfrutar deste pecado no domingo. Semanalmente pratico ele. Neste dia parece que sou tomada por uma letargia que paralisa meus músculos e me obriga a ficar espalhada em qualquer lugar macio ou confortável. Há quem diga que vale a pena viver este pecado.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Ainda sobre a natureza


Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Beleza

Receber flores na sexta-feira não tem preço, pena que não eram para mim, rs.


Crédito: Amanda Barreto


Crédito: Amanda Barreto

29 de janeiro - Dia do jornalista


Crédito: Amanda Barreto


Crédito: Amanda Barreto

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A lição da carpintaria


Crédito: Amanda Barreto

Acho que nenhum texto acontece na nossa vida por acaso. Segue um que descobri e que me veio num momento necessário. O autor é desconhecido.

Conta-se que certa vez uma estranha assembleia teve lugar em uma carpintaria. Foi uma reunião das ferramentas para tirar as suas diferenças. O martelo assumiu a presidência da reunião, com arrogância. Entretanto, logo foi exigido que ele renunciasse. O motivo? É que ele fazia ruído demais. Passava o tempo todo golpeando, batendo. Não havia quem agüentasse.

O martelo aceitou a sua culpa, mas exigiu que também fosse retirado da assembleia o parafuso. É que ele precisava dar muitas voltas para servir para alguma coisa. Com isso, se perdia tempo precioso. O parafuso aceitou se retirar, desde que a lixa igualmente fosse expulsa. Era muito áspera em seu tratamento. E, além do mais, vivia tendo atritos com os demais. A lixa se levantou e apontou os defeitos do metro. Ele igualmente deveria sair do local, porque sempre ficava medindo os demais conforme a sua medida. Por acaso, ele estava achando que era o único perfeito?

Enquanto assim discutiam, entrou o carpinteiro. Colocou o avental e iniciou, feliz, o seu trabalho. Tomou a madeira e usou o martelo, o parafuso, a lixa e o metro. Depois de algumas horas, a madeira grossa e rude do início tinha se transformado em um lindo móvel. Ele contemplou a sua obra, elogiou e saiu da carpintaria.

Bastou fechar a porta, para as ferramentas retomarem a discussão. Contudo, o serrote com calma falou: “Senhores, foi demonstrado que todos temos defeitos, mas também pudemos observar, nas últimas horas, que todos temos qualidades. Foi exatamente com as nossas qualidades que o carpinteiro trabalhou e conseguiu criar uma obra de arte, um móvel muito bem acabado”.

Então, todos concordaram que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para afinar e limar a aspereza. O metro era preciso, exato em suas medidas. Sentiram-se como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram-se felizes com seus pontos fortes e por trabalharem juntos.

A mesma coisa acontece com os seres humanos. Quando as pessoas buscam pequenos defeitos nos demais, a situação se mostra negativa e tensa. Ao buscar perceber os pontos positivos dos outros é quando florescem os melhores lucros para as relações dos seres humanos. Encontrar qualidades é, portanto, uma tarefa a que nos devemos dedicar, pois ela é capaz de inspirar todos os êxitos humanos.

Se você está disposto a ser uma pessoa produtiva no bem, otimista, criadora, comece a cultivar a sua capacidade de descobrir as virtudes nas pessoas. Ao fim do dia, você terá descoberto que esse imenso mundo de Deus está repleto de pessoas boas, de qualidades preciosas, prestativas e amigas. E você terá se enriquecido de paz.

Ainda vai se transformar num pepino


Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto
Nesta calçada tem pétalas douradas espalhadas por um tapete de veludo verde.


Crédito: Amanda Barreto

Chuva

A chuva lava a terra para uma nova vida, tomara que ela também lave meu coração para novos sentimentos. Que venha, portanto, mais água do céu salpicadas com gotinhas brilhantes para minha vida.


Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Crédito: Amanda Barreto

Texturas da natureza e do homem. Crédito: Amanda Barreto













quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ela era uma flor depois virou um limão


Crédito: Amanda Barreto


Crédito: Amanda Barreto

E o Vento Levou


Crédito: Amanda Barreto

Esta foto me lembrou Scarlett O'Hara em uma cena do filme E o Vento Levou.

Voo


Crédito: Amanda Barreto

Depois de bastante ziguezaguear pelo quintal, parou e ficou assim: quietinha no muro de tijolo vermelho e cimento chapiscado. Depois que retomou o fôlego continuou fazendo borboletices pelo ar...